Quando o ensaio é exigido
- Equipamento aberto para manutenção corretiva ou preventiva
- Aparelho recém-instalado, antes do primeiro uso em paciente
- Último ensaio realizado há mais de doze meses
- Cabo, plugue ou carcaça com sinal de dano
Ensaios de corrente de fuga e continuidade de aterramento conforme a NBR IEC 62353.

Um equipamento eletromédico pode funcionar normalmente e ainda assim apresentar corrente de fuga acima do limite ou aterramento comprometido. A NBR IEC 62353 define os ensaios recorrentes e os ensaios após reparo que identificam essa condição antes que ela alcance o paciente ou o profissional.
Você informa os equipamentos, o porte da unidade e o que já existe de documentação.
A equipe avalia a unidade em campo e define o escopo do trabalho.
Medições, ensaios ou diagnóstico são realizados conforme o serviço contratado.
A documentação é entregue e a próxima data é definida conforme a periodicidade aplicável.
Informe quais equipamentos passaram por reparo recentemente.
Falar com um especialistaA prática usual é a cada 6 ou 12 meses, conforme o tipo de equipamento e a criticidade do uso. Além disso, a norma prevê ensaio sempre que o equipamento for aberto para reparo.
Abrir o equipamento pode alterar o aterramento, o isolamento ou o roteamento de cabos internos. O ensaio após o reparo confirma que a intervenção não introduziu risco elétrico.
O laudo registra o valor medido e o limite ultrapassado. A correção é orçada como manutenção corretiva, e o ensaio é repetido depois da intervenção.
O prazo depende do número de equipamentos e do escopo acordado, e é informado junto com a proposta. Serviços com registro contínuo, como a qualificação térmica, têm o tempo de ensaio somado a esse prazo.
Os laudos, qualificações e planos são emitidos sob responsabilidade técnica de engenheiro clínico.
Sim. O atendimento em outras regiões é avaliado conforme o escopo e o número de equipamentos da unidade.